Eagon Stark II - Ficha Personagem

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Eagon Stark II - Ficha Personagem

Mensagem por Eagon Stark em Ter Maio 28, 2013 8:02 pm

Eagon Stark II




Nome Completo: Eagon Stark II

Apelido: Lobo
Idade: 21 anos
Nome da Mãe: Lysandra [Tyrell] Stark
Nome do Pai: Oberen Stark
Religião:Deuses Antigos

Casa: Stark


Força: 25
Destreza: 20
Inteligência: 10
Mente: 10
Magia: 0
Sorte: 10


Sistema Inicial

[X] Combate



Vantagens


[3]líder nato [3]acrobata [ ]Honrado [ ]Arte da medicina
[ ]Mestre dos venenos [ ]Bruto [3]Reflexos afiados
[ ]Aventureiro [ ]Preciso [3]Ambidestro [ ]Assassino
[3]Pugilista [ ]Destreza [ ]Desviar


Desvantagens


[ ]Mau líder nato [ ]Medo de Sangue[ ]Desmiolado
[ ]Asmático [ ]Gota [ ]Alérgico [ ]Desatento [10]Cicatriz
[ ]Colapso Pulmonar [ ]Deficiência Física [5] Ira
[ ]Covardia[ ]Deficiência Mental [ ]Medo de Fogo
[ ]Psicopata


História


Eu poderia começar a escrever em meu diário contando a bela historia da família Stark, como um das mais antigas famílias de Westeros e me vangloriar por toda a sua glória. Mas qual realmente é a importância de um nome quando se facilmente pode destruir toda a honra que ele possui? Não, não falarei de vitorias passadas ou cantarei pelos heróis que já se foram. Se for para contar algo, contarei unicamente minha historia e ela começa em um dia extremamente cinza e amargamente frio de inverno. Eu não me lembro do dia, sei apenas o que o Meistre do castelo me contou. Era inverno em Winterfell e o senhor meu pai esperava pacientemente por minha chegada. Todos no castelo já comemoravam o nascimento de mais um Stark, o herdeiro legítimo de seu senhor tão amado e respeitado.

O Meistre descrevera a alegria de meu pai como única e irrefreável e que ele berrou por todo o castelo que seu filho havia nascido e que era um menino com belhos olhos da cor verde e vermelho demais que berrava a plenos pulmões. Saúde todos diziam, mas por um átimo de segundo, toda sua felicidade fora retirada. O parto de minha mãe fora extremamente longo, para não dizer quase impossível de se realizar. Por três dias ela resistiu à dor e lutou bravamente para que desse a luz a seu primeiro filho. Em meio a seus berros de dor e aos delírios, ela dizia que seu filho iria nascer, nem que para isso eles abrissem sua barriga e o retirasse a força. Mulher de fibra minha mãe, pena que eu jamais cheguei a conhecê-la ou sentir o calor de seus braços ou ter em minhas lembranças o som de sua voz. Apenas duas horas depois do parto, minha mãe não resistira ao frio do inverno e o Meistre ainda se culpa por sua incapacidade de parar seu sangramento. Por mais que ele diga, apenas para me tranquilizar, que ela lutou por mim ate suas forças se esvaírem e que eu deveria me orgulhar disso, seus olhos demonstram toda a dor que ele carrega pela perda de sua senhora.

Após a perda de sua esposa, meu pai aos poucos definhou sentado em seu trono. Congelado seus vassalos diziam. Completamente congelado e sem desejo pela vida. Não que ele não tenha me amado desde o primeiro momento, e segundo dizem e até onde consigo me recordar, meu pai sempre fizera de tudo por mim, mas jamais sorriu, uma única vez sequer. Ele havia se tornado amargo e frio e com o tempo a loucura já o havia dominado completamente, a ponto de o Meistre tornar-se o regente de Winterfell, enquanto eu não estaria apto para tal função.

Minha infância não fora de todo ruim e me lembro nitidamente de todas as vezes em que roubei bolinhos na cozinha ou das vezes em que entrava correndo na sala do trono pelo simples prazer de atrapalhar as reunião tão chatas do Meistre com os vassalos. Não me demorarei em detalhes de minha infância, mas um detalhe importante não pode deixar de ser contado. Poucos anos após a morte de minha mãe, quando eu já havia começado a engatinhar, uma loba gigante pertencente à família, havia dado a luz a apenas dois filhotes e eu fui encontrado dividindo suas tetas e seu leite com seus dois filhotes. Tal fato me rendeu o apelido de “lobo furtivo”, e até hoje muitos ainda dizem que fora o espírito de minha mãe que me salvara aquele dia de ser devorado. E outros de más línguas dizem que meu pai deitava-se com suas cadelas. Não importa qual sejam as opiniões alheias e sim que desde aquele dia eu ganhei dois irmãos e dois amigos inseparáveis que mais tarde viriam a se chamar de Sandor e Aro . Meus lobos.

Como já dito antes, meu pai deixou que a loucura da solidão e da perda dominasse todo seu corpo e eclipsasse sua mente. Devido a isso, fui treinado arduamente nas artes da guerra e da diplomacia. Aprendi tudo sobre economia, agricultura e engenharia. Aprendia brasões das casas, suas historias e seus lemas e fui obrigado a não só saber a língua de Westeros, mas o já esquecido Alto Valiriano. Atualmente possuo 21 anos, completos na dada de hoje. Relativamente alto em meus 1,88 e com olhos verdes intensos e cintilantes que segundo o Meistre, foram herança de meu bisavô, que por sinal é de onde minha mãe tirou meu nome e segundo o Meistre, de onde eu herdara o espírito arredio, combativo e aventureiro. Ate hoje não sei se ele me elogia quando fala essas coisas ou se esta reclamando de meu temperamento. Sou Eagon Stark II, o Segundo de meu Nome, Protetor e Senhor Soberano das Terras do Norte e Senhor de Winterfell. Responsabilidade demais para alguém tão jovem, mas ainda sim divertido até certo ponto.
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